
A Biblioteca A primeira biblioteca da comunidade do Cucurunã foi inaugurada na sexta-feira, 13, com a participação dos estudantes, comunitários e parceiros da ação. Um dos pontos fortes desse trabalho é oferecer aos moradores das localidades do Eixo Forte a oportunizar pesquisas e incentivar o hábito da leitura.Segundo o supervisor da Emater e presidente da Associação Beneficente Água Vida, Paulo Sérgio, o espaço é um presente que a própria comunidade se deu.
“A biblioteca é um presente que a comunidade está recebendo e está se dando, porque os comunitários abraçaram o projeto e estão levando à diante”, diz Paulo Sérgio.


Parceiras A idéia de uma biblioteca que pudesse atender essas comunidades nasceu de um intercâmbio entre a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Pará, o Grupo verde, o Instituto Cultural Boanerges Sena (ICBS) e a Associação Beneficente Água Vida. Outras instituições foram também agregadas e deram apoio à ação, como a Prefeitura de Santarém e outras associações que pertencem a comunidade do Cucurunã, desde a Associação de mulheres até a sociedade esportiva da comunidade.
"Nós estamos oferecendo aos comunitários uma ferramenta para eles alimentarem o espírito. Eles que só trabalham mais com a enxada, com o ancinho, com a foice arando a terra e vão ter a oportunidade também de trabalharem o espírito da leitura. Quem não ler não tem o que ensinar. Eles precisavam que seu espírito fosse estimulado a se desenvolver”, declarou o diretor do ICBS, Cristovam Sena.
Reconhecimento A Biblioteca Comunitária do Cucurunã recebeu o nome da professora Cilene Oliveira da Silva, um exemplo de dedicação na região do Eixo Forte. Ela começou como servente e ocupou vários cargos até chegar à diretoria da única escola que atende a comunidade, a Escola Municipal Nossa Senhora do Perpétuo Socorro. Hoje ela é aposentada, mas não se afastou das atividades educacionais.
“Tudo nós tentamos fazer para melhorar. Eu tenho certeza que o que eu faço ainda é pouco e posso fazer ainda mais para melhorar a educação”, diz a homenageada.
Monitoria 82
2 comentários:
Mova Pará qualifica mais 700 educadores
Da Redação
Agência Pará
Cerca de 700 educadores cadastrados no Movimento de Alfabetização de Jovens e Adultos (Mova – Pará Alfabetizado) participam da quarta turma do curso de Formação Inicial, coordenado pela Secretaria de Estado de Educação do Pará (Seduc-Pa), no Hangar - Centro de Convenções e Feiras da Amazônia. A nova turma iniciou na segunda-feira, 5, e recebe formação até hoje, 07.
Na primeira formação foram atendidos educadores de onze municípios do Estado do Pará. Para atingir os 69 municípios envolvidos na primeira etapa do programa, mais três cursos de formação foram realizados no Hangar, sendo que a última formação encerrará na primeira quinzena de maio. Ao todo, serão realizadas cinco formações dos educadores que trabalharão no projeto, num total de 3.500 professores capacitados.
A secretária de Educação, professora Iracy Gallo disse que o Mova tem um trabalho desafiador: “Nós ainda somos poucos para enfrentar a problemática do analfabetismo, mas acredito que juntos ampliaremos o movimento, ganharemos corações e mentes e daremos celeridade ao processo de alfabetização, garantindo cidadania e liberdade a este grande contingente de pessoas excluídas dando-lhes a oportunidade de construir a sua própria história, pois só assim conseguiremos construir uma sociedade mais equânime”, destacou.
A coordenadora da Educação de Jovens e Adultos (EJA), da Seduc, professora Elizabeth Brasileiro, falou sobre a proposta do Mova, como metodologia transformadora, que vincula a educação ao cotidiano do aluno. “Devemos refletir e falar sobre a realidade, pensando a partir de uma proposta pedagógica, baseada nos princípios educacionais do educador Paulo Freire”, explica.
O Mova Pará Alfabetizado é um programa que visa reduzir o analfabetismo no Estado, que atinge a cerca de 600.000 pessoas. Visa incluir na escola segmentos da população amazônica que não tiveram acesso à escolarização básica, como jovens, adultos, pessoas com necessidades especiais, quilombolas, pescadores, indígenas, pessoas em cárceres, entre outras. Diversos também são os espaços alfabetizadores, como centros comunitários, escolas públicas, casas de alfabetizadores, assentamentos, aldeias indígenas, quilombos, instituições como Susipe, Funcap, entre outras.
Fonte: Ascom - Seduc
necessario verificar:)
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